segunda-feira, 3 de abril de 2017

Leitura Crítica da Mídia: ameaças ao Direito à Comunicação no Brasil em 2016


Capa da publicação 



O Coletivo Brasil de Comunicação Social – Intervozes lançou em março de 2017 o relatório “Direito à Comunicação no Brasil 2016”.

A publicação reúne reportagens que abordam os retrocessos vividos no campo da comunicação no Brasil em 2016.

Os textos abordam as alterações realizadas pelo governo de Michel Temer na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que praticamente acabam com seu caráter público, a outras formas de ameaças à consolidação do direito à comunicação, como o cerceamento à liberdade de expressão durante os Jogos Olímpicos, a relação promíscua entre políticos, empresários de mídia e igrejas e, ainda, as possibilidades de perda de liberdade na internet. Também fala sobre o papel da mídia na crise política que desencadeou o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, em 2016.

Para ler o relatório lançado pelo Intervozes, acesse:

http://intervozes.org.br/arquivos/interliv010dac2016.pdf


Para saber mais sobre o trabalho da Intervozes, acesse:

http://intervozes.org.br/






CALAR JAMAIS

O Intervozes participa também da campanha “Calar Jamais!”, uma iniciativa do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), em parceria com organizações da sociedade civil, que vai recolher denúncias sobre violações à liberdade de expressão no país.  As denúncias que forem comprovadas serão encaminhadas para os órgãos competentes dentro e fora do Brasil.

Para saber mais sobre a campanha e sobre o FNDC, acesse:

http://www.fndc.org.br/



quarta-feira, 22 de março de 2017

Leitura Crítica da Mídia: uma atualização de Morte e Vida Severina



Morte e Vida Severina em Desenho Animado é uma versão audiovisual da obra prima de João Cabral de Melo Neto, adaptada para os quadrinhos pelo cartunista Miguel Falcão. Preservando o texto original, a animação 3D dá vida e movimento aos personagens deste auto de natal pernambucano, publicado originalmente em 1956.

Em preto e branco, fiel à aspereza do texto e aos traços dos quadrinhos, a animação narra a dura caminhada de Severino, um retirante nordestino, que migra do sertão para o litoral pernambucano em busca de uma vida melhor.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Leitura Crítica da Mídia: De olho nos ruralistas

De Olho nos Ruralistas é um observatório do agronegócio no Brasil. De seus impactos sociais e ambientais. Do desmatamento à expulsão de camponeses, da comida com agrotóxicos à violação de direitos dos povos indígenas.

Acesse o site clicando AQUI




quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Leitura Crítica da Mídia: Mulheres da Periferia



O Coletivo segundo elas mesmas: 

"O coletivo Nós, mulheres da periferia é formado por oito jornalistas e uma designer, todas moradoras de bairros da periferia do município de São Paulo.

No dia 7 de março de 2012, quatro das nove mulheres jornalistas que integram o coletivo publicaram artigo na seção “Tendências/Debates” do jornal Folha de S. Paulo, atentando para a invisibilidade e aos direitos não atendidos de uma parte das mulheres – as que moram em bairros periféricos de grandes metrópoles.

O texto obteve grande repercussão, sendo replicado em outros veículos de mídia, mas teve ainda mais repercussão e encontrou eco entre nossas iguais, outras jovens ou não tão jovens mulheres moradoras da periferia de São Paulo que tinham se sentido representadas, lembradas e retratadas. O artigo, por exemplo, foi lido e registrado em vídeo no Sarau do bairro Itaim Paulista, na zona leste da capital.

As autoras do texto, que para escrever se basearam principalmente em suas vivências, visões e experiências cotidianas, perceberam naquele momento que o vazio de representatividade não era sentido apenas por elas. A partir daquele momento, iniciou-se um processo de pesquisa e consolidação do coletivo, que tem como objetivo principal dar visibilidade aos direitos não atendidos das mulheres, problematizar acerca dos preconceitos e estereótipos limitadores que se cruzam com as questões de classe social e raça e dar espaço para suas histórias.

O coletivo Nós, mulheres da periferia propõe reduzir esse espaço vazio existente na imprensa e a falta de representatividade, buscando mais protagonismo e visibilidade, com a nossa própria voz. Além de reconhecer e fazer parte desta luta, a proposta do coletivo é construir um espaço com informações que extrapolem a questão de gênero a atinja o campo social e étnico, onde a exclusão é muito maior.

É como disse a escritora Maria Carolina de Jesus: “Uma palavra escrita não pode nunca ser apagada. Por mais que o desenho tenha sido feito a lápis e que seja de boa qualidade a borracha, o papel vai sempre guardar o relevo das letras escritas. Não, senhor, ninguém pode apagar as palavras que eu escrevi.”

Nós escreveremos, juntas!"



terça-feira, 30 de agosto de 2016

Leitura Crítica da Mídia: mudanças climáticas e meio ambiente - "Para onde foram as andorinhas?"


Para onde foram as andorinhas? from Instituto Catitu on Vimeo.


O clima está mudando, o calor aumentando. Os índios do Xingu observam os sinais que estão por toda parte. Árvores não florescem mais, o fogo se alastra queimando a floresta, cigarras não cantam mais anunciando a chuva porque o calor cozinhou seus ovos. Os frutos da roça estão se estragando antes de crescer. Ao olhar os efeitos devastadores dessas mudanças, eles se perguntam como será o futuro de seus netos.

Prêmio de Melhor Curta Metragem no Festival Ambiental das Ilhas Canárias, 2016 | Prêmio Refúgios e Mudanças no Festival ENTRETODOS de Direitos Humanos, 2016

Direção: Mari Corrêa 
Para acessar o Instituto Catitu: institutocatitu.org.br
Para acessar o Instituto Socioambiental: www.socioambiental.org



quinta-feira, 23 de junho de 2016

Leitura Crítica da Mídia: Manual GPI Eleições Municipais 2016



A apresentação do Manual GPI (Grande Pequena Imprensa) Eleições Municipais 2016 informa: 


"Este Manual se destina a jornalistas que vão cobrir as eleições municipais de 2016. Ele oferece uma abordagem inovadora, articulando conhecimentos básicos em duas áreas complementares: jornalismo de dados e políticas públicas municipais.

Desde 2013, o Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo, o Projor, que mantém o site Observatório da Imprensa, realiza o projeto Grande Pequena Imprensa, o GPI, que visa capacitar os veículos de comunicação regionais. Este Manual integra o GPI em 2016. Nossa abordagem é pluralista e apartidária. Ainda que o público alvo sejam jornalistas da imprensa local e regional - em contraponto à chamada grande imprensa - o Manual deve ser útil para jornalistas e estudantes de jornalismo em geral.

As próximas eleições serão marcadas por fatos cruciais na história recente do país: as crises política e econômica e as novas regras eleitorais que proíbem que os candidatos recebam doações de empresas.  Logo, uma boa cobertura será aquela que, além de informar o eleitor sobre a biografia e a qualificação dos candidatos a prefeito e vereador, também produza análises relevantes sobre questões críticas locais.

A tarefa de analisar os municípios demanda que o repórter conheça ao menos o básico de jornalismo de dados, como o seu conceito, objetivos e processos de produção. Além de dominar o uso de ferramentas básicas como o Google Sheets (Planilhas do Google), Microsoft Excel ou outro similar. 


Tal conhecimento se integra a noções também elementares de políticas públicas, tais como as funções do prefeito e da Câmara Municipal, as leis orçamentárias e as origens da receita municipal".


Acesse AQUI o Manual GPI Eleições Municipais 2016







quarta-feira, 22 de junho de 2016

Leitura Crítica da Mídia: Desconstruindo idealizações de gênero nas escolas




Frida Kahlo era manca, dedicou-se às artes e tornou-se um ícone da pintura mexicana. Violeta Parra preferiu a vida artística à doméstica e fez história na música chilena. Juana Azurduy comandou tropas em lutas independentistas do Alto Peru no início do século XIX. Clarice Lispector “abandonou uma vida de princesa” ao lado do marido diplomata e escreveu importantes obras da literatura brasileira. Julio Cortázar foi um renomado escritor argentino, e Eduardo Galeano retratou injustiças no continente.


Nenhum desses grandes nomes se encaixa nas idealizações de gênero com as quais crianças são bombardeadas desde cedo pela literatura infantil. Notórios por seus talentos e lutas, os protagonistas da coleção Antiprincesas e Antiheróis, da editora argentina Chirimbote, são latino-americanos e se contrapõem ao estereótipo feminino de princesa e masculino de superpoderes.


No Brasil desde o fim do ano passado pelas mãos da distribuidora Sur Livro e vendidos também em países como Colômbia, Uruguai, Chile e Bolívia, os livros foram bem recebidos não somente por pais e mães, mas também por professores que viram neles potencial para fomentar discussão e dar início a uma mudança de mentalidade em relação às construções sociais comumente transmitidas às crianças.

Leia AQUI o texto completo do artigo publicado em Carta Educação.