segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Leitura Crítica da Mídia: como argumentar usando a comunicação para a paz?


OFICINAS DE COMUNICAÇÃO PARA A PAZ: 
Argumentos para debater e (se) informar dentro da cultura da não-violência

Jovens do Polo Marista de Formação Tecnológica participaram de oficinas com a jornalista Clara Glock e a psicóloga Cris Bruel, entre outubro e novembro de 2018, em que tiveram a oportunidade de treinar, em júris simulados, a argumentação através da valorização da palavra, do conteúdo das mensagens e do comportamento não violento. 

Os temas foram "A culpa é da roupa?" sobre violência contra mulheres, e "Cota é esmola?" sobre as cotas raciais nas universidades. 

O resultado foram dois julgamentos simulados, que podem ser vistos nos vídeos. As discussões que precederam a fase de elaboração de argumentos se basearam na análise crítica de notícias, programas de televisão, músicas, publicações em redes sociais e textos de especialistas. Foi uma atividade rica em trocas de experiências e conhecimentos.






quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Leitura Crítica da Mídia: um guia para quem quer fazer programas de rádio ou radioweb


A comunicação é para todos e todas e é direito de todos e todas. Brasileiros e brasileiras têm o direito à informação e à expressão garantidos pelo artigo 220 da Constituição Federal. O Brasil assinou o Pacto de San Jose da Costa Rica, em 1969, que prevê que toda pessoa é livre para receber e difundir informações, sem que haja abuso de "(...) controles oficiais ou particulares de papel de imprensa, de frequências radioelétricas ou de equipamentos e aparelhos usados na difusão de informação". 

Assim diz o texto que abre a cartilha Para fazer Rádio Comunitária com "C" Maiúsculo, organizado por Ilza Girardi e Rodrigo Jacobus (Revolução de Ideias, Porto Alegre, 2009): além de receber informação, cada pessoa pode também comunicar, ou seja, pesquisar, produzir e distribuir informações através de diversos meios de comunicação, abordando assuntos que domina, contando sobre a realidade em que vive, os problemas que ela e a vizinhança encontram, as novidades que interessam à comunidade. 

Muito antes do avanço das redes sociais, o rádio cumpria esse papel. Hoje, com o avanço dos Podcasts (programas de áudio que podem ser ouvidos online, por celulares inteligentes ou no computador), é ainda mais importante observar as dicas deste guia. 

A cartilha está disponível na Internet neste link: https://webresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf


terça-feira, 2 de outubro de 2018

Leitura Crítica da Mídia: como identificar fotos e notícias falsas nas redes sociais?

A DW Brasil tem publicado vídeos que ajudam a identificar fotos e notícias falsas e manipulação de dados. Confira nestes links:


Como não cair em fake news:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10155660951293520&id=338998993519&_rdr


Como é selecionado o conteúdo que aparece no seu feed de notícias?
https://www.facebook.com/dw.brasil/videos/10155666613513520/








E aqui Gregório Duvivier explica como funcionam os sites de Checagem de Fatos:












terça-feira, 4 de setembro de 2018

Leitura Crítica da Mídia: a importância da memória e dos museus

O Museu Nacional UFRJ incendiou no dia 2 de setembro de 2018.

Por que este e outros museus são tão importantes?

A Seção de Assistência ao Ensino do Museu Nacional disponibilizou em janeiro de 2015 um vídeo para apoio didático na área de história natural a educadores e educandos  A visita mediada resumia e guiava o espectador pelas salas históricas e peculiaridades das exposições científicas. Neste vídeo, os espaços expositivos da então mais tradicional instituição brasileira de pesquisa e ensino em história natural foram apresentados por dois jovens mediadores: Jade Almeida e Henrique Sobral.

Argumento e texto: Fernando Moraes
Direção: Fernando Moraes e Mauricio Salles

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Leitura Crítica da Mídia: Violência contra mulheres em DADOS


A plataforma digital Violência contra as Mulheres em Dados reúne pesquisas e dados recentes relacionados às violências contra as mulheres no Brasil, com base no monitoramento e curadoria realizados pelo Instituto Patrícia Galvão – com foco na violência doméstica, sexual e online, no feminicídio e na intersecção com o racismo e a LGBTTfobia.

Na plataforma estão reunidos os destaques de cada estudo e sínteses produzidas pela equipe do Instituto a partir da consulta a documentos de referência e entrevistas com especialistas, que ajudam a contextualizar os dados apresentados.

Com apoio do Instituto Avon, a plataforma tem o objetivo de estimular e subsidiar a divulgação de informações e o debate sobre questões críticas em relação à violência contra as mulheres no Brasil – seja por jornalistas, comunicadores, ativistas, gestores, profissionais que trabalham com o tema, estudantes e interessados em geral. A ideia é que os materiais da plataforma possam ser usados e compartilhados no debate público para promover uma ampla reflexão não apenas sobre os índices de violência de gênero, mas como transformá-los, e alertar que por trás das estatísticas alarmantes há vidas e trajetórias violadas pela naturalização e perpetuação da violência.

Dados confiáveis e fontes diversas e qualificadas são essenciais para dimensionar o problema, contextualizar o debate e pautar as transformações culturais e políticas públicas necessárias para reverter o grave quadro da violência de gênero.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Leitura Crítica da Mídia: Comunicação e o Golpe de 2016




No dia 17 de julho de 2018, Porto Alegre sediou um debate sobre "Comunicação e o golpe de 2016" durante a Feira Brasileira de Opinião - Contragolpe realizada no Memorial Luiz Carlos Prestes.



A mediação foi da jornalista Katia Marko. Participaram do debate: Ayrton Centeno, do jornal Brasil de Fato RS, Alexandre Haubrich, do Jornalismo B, Marco Aurélio Weissheimer, do Sul 21, e Angélica Coronel, servidora da Fundação Piratini (TVE e FM Cultura).




O debate foi gravado com a Rádio Maleta (Rádio Móvel) criada pelo Polo Marista de Formação Tecnológica.










Clique AQUI e ouça o debate na íntegra 










Saiba mais sobre a Feira Brasileira de Opinião clicando AQUI




quinta-feira, 5 de julho de 2018

Leitura Crítica da Mídia: Dedo na Ferida da economia





Ficha técnica:

Direção e Roteiro: Silvio Tendler
Produção: Maycon Almeida
Fotografia: Lúcio Kodato, ABC
Montador: Fransciso Slade
Distribuidora: Caliban Produções




“Dedo na ferida” discute o controle dos governos pelo capital financeiro. O documentário busca compreender a cadeia de relações políticas que põe o Estado cativo do interesse privado. Investiga o porquê do “zelo” das contas públicas nacionais pelas grandes corporações transnacionais e questiona se esse cuidado não seria uma escolta para que o capital privado drene recursos públicos. “Dedo na ferida” questiona o discurso das autoridades econômicas de que não se pode gastar mais do que se arrecada. E sugere, para romper tal ciclo de submissão, o fortalecimento da democracia como resistência à ideologia da economia privada.

“O Estado está quebrado, não tem como honrar seus compromissos!”. Ministros da economia, consternados, anunciam: “temos que apertar os cintos e cortar o gasto, mas o futuro – se fizermos direito – nos aliviará”. Grécia, Espanha, Argentina, Brasil, populações inteiras têm de encarar fome, desemprego, violência. Alguns, no entanto, não parecem desanimados. Grandes corporações, em especial bancos, fundos de investimento, seguradoras, nunca estiveram tão bem. A cada ano ficam mais robustos, ousados e ricos.

A rede da prosperidade, composta por reduzidíssimo número de empresas, vai expandindo seu domínio e não dá aos demais alternativa, salvo a mais austera – cortar, conter, poupar. A terra é cercada, a praça é fechada, está tudo dominado. Sitiado, o Estado fará todos os esforços para garantir a confiança do credor. Instituído como garantia dos valores comunitários ante os apetites individuais, o Estado hoje se desintegra.



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Silvio Tendler, por Gabriela Nehring



“O meu cinema é uma tentativa de participar das lutas políticas por transformação.”
SILVIO TENDLER