segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Leitura Crítica da Mídia: Pré-Rolezinho (do Observatório da Imprensa)





Documentário HIATO 
Em agosto de 2000 um grupo de manifestantes organizou uma ocupação em um grande shopping da zona sul carioca. O episódio obteve grande repercussão na imprensa nacional e ainda hoje é discutido por alguns teóricos. O filme recuperou imagens de arquivo e traz entrevistas de alguns personagens sete anos após essa inusitada manifestação.


FICHA TÉCNICA
20'00" | MiniDV | Cor NTSC | Estéreo | 16:9 | 2008 | Brasil
DIREÇÃO Vladimir Seixas | ROTEIRO Vladimir Seixas e Maria Socorro e Silva | MONTAGEM Ricardo Moreira e Roberta Rangé | FOTOGRAFIA Maurício Stal e Vladimir Seixas | SOM DIRETO Vitor Kruter e Helen Ferreira | ASSISTENTE DE FINALIZAÇÃO Juliana Oakim

sábado, 7 de dezembro de 2013

Leitura Crítica da Mídia: Eles mandam

Projeto mapeia quem manda no Brasil

Especial da Repórter Brasil mostra quem são e como estão conectadas as pessoas que controlam as maiores empresas em atividade no país
Por Repórter Brasil | Categoria(s): Notícias
Você sabia que grandes empresas brasileiras estão conectadas através de pessoas que têm assento em seus conselhos? A Repórter Brasil identificou essas relações existentes, que envolvem as maiores corporações e fundos de pensão do país. Elos que muita gente nem imagina que existam.
O resultado dessa investigação está disponível em uma plataforma digital  na qual o internauta pode criar suas próprias redes, descobrindo relações nos setores que mais lhe interessam. O leitor também pode imprimir esses mapas criados ou enviá-los por redes sociais. O objetivo é transformar um assunto importante, mas que pode ser bem chato, em algo divertido. Textos de apoio acompanham a plataforma para ajudar a explicar o que significam tantas conexões.
Reprodução de diagrama gerado a partir de pesquisa no site do projeto "Eles Mandam"
Reprodução de diagrama gerado a partir de pesquisa no site do projeto “Eles Mandam”(clique para ampliar)
O que é um Conselho? – Em um prédio, o condomínio elege por votação dos presentes um síndico e um conselho, que interagem aprovando contas, avaliando obras e o desempenho dos funcionários. Nas empresas, não é diferente. Os executivos são nomeados pelo Conselho de Administração, que define metas, orienta as estratégias de curto, médio e longo prazo, além de zelar pela missão e valores de cada companhia.
O Conselho de Administração é uma obrigação legal de uma empresa de capital aberto (cujas ações estão listadas em bolsa e estão pulverizadas entre milhares de acionistas no Brasil e exterior, o que força um compromisso maior com a transparência). E é uma tendência crescente também em companhias de capital fechado, em que os acionistas não prestam contas com tanta transparência, por não terem essa obrigação. Mas que atraem maior interesse quando pequenas, médias e grandes empresas de capital fechado buscam capital de investidores para crescer. Para obter esses recursos de terceiros, um dos requisitos é melhorar a “governança” corporativa e criar conselhos em que os fundadores possam discutir as estratégias com os investidores.
Como foi feita a investigação? – “Eles Mandam” é uma investigação da Repórter Brasil, com o apoio da Fundação Friedrich Ebert, inspirado no They Rule, que mostra quem são os que ocupam os assentos nos conselhos das maiores empresas dos Estados Unidos, possibilitando identificar redes de relacionamentos entre elas. Esta versão brasileira foi produzida com a permissão dos responsáveis pela iniciativa norte-americana.
Uma extensa pesquisa nos sites, balanços e comunicados das próprias empresas levantou nomes e perfis de quem se senta em seus Conselhos de Administração. A escolha das empresas foi baseada em “Melhores e Maiores – As 1000 Maiores Empresas do Brasil”, organizado pela revista Exame, da Editora Abril, edição de 2013, tomando como referência as 100 maiores empresas e as 50 maiores holdings. Para a escolha dos Fundos de Pensão, levou-se em consideração os dez maiores que, coincidentemente, contam com uma carteira de investimentos igual ou superior a R$ 10 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp). Portanto, pesquisou-se as 100 maiores empresas, os 50 maiores grupos econômicos e os dez maiores fundos. O resultado não é 160, mas 141 porque há sobreposição entre as maiores empresas e os maiores grupos*.
* Texto atualizado na manhã desta quarta-feira, dia 4, para inclusão de informações.

domingo, 6 de outubro de 2013

Leitura Crítica da Mídia: CRIANÇAS - Campanha de Doação de Medula Óssea pelo Youtube



Ao som de What doesn’t kill you make you stronger (O que não te mata, te faz mais forte), da música Stronger, cantada por Kelly Clarkson, pacientes, pais, médicos e funcionários do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, Paraná, fizeram um vídeo para estimular o transplante de medula óssea no Brasil. Publicado  no Youtube, em menos de 48 horas ele já tinha sido visto por mais de 26 mil pessoas. A ideia do vídeo foi uma iniciativa de Hermes Lima Ribeiro, irmão do hematopediatra Lisandro Lima Ribeiro. Ele estava em Nova York para trazer a medula coletada de um doador e lá tocava essa música no rádio o tempo todo. Quando voltou ao Brasil, pesquisou na Iinternet, e o primeiro resultado da busca foi um vídeo produzido pelo Children’s Hospital em Seattle, feito pelas crianças internadas. Hermes e Lisandro tiveram a ideia de fazer um vídeo semelhante para estimular a doação de medula óssea. É um exemplo de como a Internet, e mais especificamente o Youtube, podem ser usados para beneficiar a sociedade. 


Leitura Crítica da Mídia: CRIANÇAS - "Os otimistas revolucionários" da Índia



E se você vivesse num lugar que não aparece no mapa? Essa pergunta gerou o documentário The Revolutionary Optimists (Os Otimistas Revolucionários), que mostra como crianças das favelas de Kolkata, na Índia, criaram seu próprio mapa, pois suas casas não apareciam no Google Maps. O objetivo era também organizar uma campanha de vacinação contra a poliomielite. Graças a esta iniciativa, e aos chamados feitos pelas crianças com um megafone de papelão, 80% das crianças foram vacinadas e a população de Kolkata deixou de ser "invisível". Para isso, foram usados um GPS e um celular fornecidos por um integrante do atual projeto Map Your World (mapeie o seu mundo), uma plataforma multimídia que coloca as novas tecnologias nas mãos de agentes jovens transformadores, permitindo a eles mapear, rastrear e melhorar a saúde de suas comunidades - e então compartilhar suas histórias de transformação entre eles e com o mundo. O projeto começou por inspiração de Os Otimistas Revolucionários. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Leitura Crítica da Mídia: Vídeos para pensar (tempos modernos?)

O adivinho






Esqueci meu celular...




Desconectar para Conectar








Representações de Gênero na Publicidade



segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Leitura Crítica da Mídia: Storyhunter

Storyhunter ajuda jornalistas multimídia a contar histórias ignoradas

8/28/13



Quando os jornalistas Elie Gardner e Oscar Durand leram um comunicado de imprensa sobre uma aula de aeróbica enorme que seria realizada dentro de um dos presídios mais famosos da América Latina, eles sabiam que devia ter uma história mais significativa por trás.
Poucos dias antes do evento, Gardner e Durand sugeriram uma ideia de pauta para o Storyhunter, uma rede de produção de vídeo online para jornalistas profissionais, propondo um vídeo de dentro da prisão de Lima, Peru. O Storyhunter rapidamente deu luz verde para começarem a trabalhar e o apoio de que precisavam para realizar o projeto.
Em pouco tempo, matéria de Gardner e Durand foi publicada no Storyhunter.tv e nos canais de língua espanhola e portuguesa no Yahoo. O vídeo foi destacado pela equipe do Vimeo e fez com que Gardner e Durand fossem Storyhunters do Mês.
O Storyhunter, que foi lançado há um ano, tem como objetivo ajudar os jornalistas de vídeo freelance contar histórias importantes que são ignoradas pelo mundo. Além de fornecer apoio editorial, o Storyhunter lida com vendas e distribuição para que os jornalistas possam se concentrar em fazer vídeos.
"Perguntamos: 'Será que o mundo vai ser um lugar melhor, mais informado se mostrarmos isso?'", diz o co-fundador do Storyhunter Jaron Gilinsky, que trabalhou como jornalista freelance de vídeo por oito anos antes de iniciar o Storyhunter.
O site é aberto a produtores, editores, cinegrafistas e documentaristas talentosos, que devem se inscrever para fazer parte da rede. Os vídeos podem ser em qualquer idioma, mas o cineasta deve ser capaz de fornecer a traduções em inglês, francês, português ou espanhol. Em resumo, o Storyhunter está à procura de jornalistas que podem lidar com edição de vídeo e dirigir seu próprio programa.
"Gostamos de trabalhar com pessoas que podem fazer tudo", diz Gilinsky.
Uma vez aceito na rede, os videomakers têm acesso a um serviço de tarefas global e pode começar a propor histórias ou colaborar em projetos com outros membros. Para cada tarefa, o Storyhunter fornece diretrizes e guias de estilo para ajudar a desenvolver uma narrativa mais rica e produzir reportagens melhores. Atualmente, o site conta com cinco categorias de vídeos: por trás da notícia, documentário, notícias, perfis e investigação.
"Queremos encontrar personagens que estão por trás da notícia, por trás do que você está vendo nas últimas notícias", diz Gilinsky. "Queremos abordar para a reportagem em um nível muito mais profundo para dar uma perspectiva que seja mais memorável e profunda."
Os videos completos, que podem durar até sete minutos, são transmitidos no Storyhunter.tv e distribuídos a uma série de sites de notícias conhecidos. O Storyhunter trabalha com a MSN, Yahoo na América Latina, a revista Economist e o jornal Miami Herald. Também anunciou um novo acordo com a AOL para se tornar um "parceiro de destaque" nos vídeos de notícias em sua plataforma de conteúdo premium. Videos em inglês do Storyhunter serão distribuídos na AOL através de um canal com a marca Storyhunter.
Uma vez que o corte final do vídeo é enviado, os freelancers são pagos dentro de quatro semanas, por meio de depósitos bancários diretos ou Paypal. O pagamento varia de acordo com a tarefa, mas é tipicamente US$1.000 por um pacote de quatro a seis minutos. O Storyhunter só compra reportagens editadas, não sequências de vídeo, o que significa que os jornalistas são livres para reutilizar as imagens ou fazer um documentário mais longo.
"Nós permitimos que as pessoas façam seu trabalho, ao lidarmos com a parte editorial e conseguir que a reportagem seja comprada e distribuída", diz Gilinksy. "Acreditamos que se podemos fazer isso pelas pessoas, podemos realmente ajudar os jornalistas de vídeo atuais e tornar isso viável para as pessoas que querem fazer disso para uma carreira."


Para mais informações e fazer parte da rede, visite o Storyhunter.